Fitoterápicos: biodiversidade brasileira favorece a produção

Apostar nos fitoterápicos é, segundo os pesquisadores, uma solução eficiente para o Brasil tanto em termos ecológicos, como também econômicos e sociais.

“O desenvolvimento de uma política e tecnologia na parte de medicamentos de origem natural significa um custo de produção bem mais reduzido”, explica Valério Morelli, engenheiro agrônomo e pesquisador de Farmanguinhos. “Se é mais barato que os medicamentos alopáticos e possui a mesma eficiência, por que não apostar nisso?”, diz o engenheiro.

Valério Morelli diz que substâncias com propriedades medicinais só são secretadas a partir de estímulos específicos, que vão desde as condições de luz ao contato com um mosquito, por exemplo.

Depois da extração da substância com potencial medicinal, vem uma outra etapa da produção do fitoterápico: o estudo farmacológico, no qual a substância encontrada é testada em cobaias e, posteriormente, em humanos. Esse tipo de cuidado é essencial porque, assim como quaisquer medicamentos, os de origem vegetal podem causar reações adversas.

“Entre os dez principais remédios, cerca de cinco ou seis deles foram criados a partir de uma substância natural”, ressalta Morelli. “O caso da aspirina é um bom exemplo, já que seu princípio ativo foi retirado de uma casca de árvore”.

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