Dez sinais de alerta do aquecimento global

Os sinais de alerta do aquecimento climático estão se multiplicando. Segue uma lista de dez fenômenos já observáveis e que devem se agravar nos próximos anos:

Derretimento ártico
O derrtimento das geleiras do Ártico, que cobrem 15 milhões de km2, começou. Isso ameaça a sobrevivência das espécies, como os ursos polares. Menos os raios solares são refletidos pelo gelo e mais o seu calor é absorvido pela água, o que acelera o derretimento. Pela primeira vez em 2008, a passagem do Noroeste – ao longo da América – e a passagem do Nordeste – ao longo da Rússia- ficaram sem gelo durante algumas semanas durante o verão.

Derretimento polar

O derretimento das calotas polares, principalmente na Groenlândia e no continente antártico, contribui para o aumento do nível dos oceanos. A diminuição da calota antártica, antes limitada à parte ocidental deste continente, atinge agora as regiões costeiras de sua parte leste. O derretimento completo das geleiras da Groenlândia elevaria o nível dos mares em 7 m, a da calota antártica a mais de 70 m.

Derretimento nas alturas
O derretimento das geleiras de altitude, principalmente as do Himalaia, ameaça o abastecimento de água em inúmeras regiões (norte da Índia, China). As geleiras dos Andes tropicais perderam entre 30% e 100% de sua superfície em 30 anos, a dos Pirineus podem todos desaparecer até 2050. 85% da calota polar que recobriam o Kilimandjaro em 1912 já haviam desaparecido em 2007.

Elevação dos mares
A elevação do nível dos mares é mais rápida que o previsto porque o derretimento das calotas polares não foi levado em conta no último relatório do IPCC. Os especialistas da ONU haviam então calculado que a alta atingiria de 18 a 59 cm até o fim do século. A elevação pode ultrapassar 1 m, afirmam ainda os especialistas em clima. Estados insulares, como as Maldivas, serão engolidos. Regiões costeiras muito densamente povoadas (Bangladesh, Vietnã, Holanda) e inúmeras megalópoles estão ameaçadas.

Recifes de corais
Os recifes de corais, que abrigam um terço das espécies marinhas do planeta, além de meio bilhão de pessoas, e protegem as costas dos maremotos, estão ameaçados pela acidificação dos oceanos: uma leve queda do PH da água provoca também uma menor fixação do cálcio pelas conchas, que estão fragilizados.

Fenômenos meteorológicos
Os fenômenos meteorológicos extremos são mais numerosos que antes. Haverá, sem dúvida, nos próximos anos e décadas mais ondas de calor extremo, inundações e secas nas zonas áridas.

Desmatamento de florestas tropicais
O desmatamento de florestas tropicais, em primeiro lugar da Amazônia, pode tirar sua capacidade de estocar carbono. Atualmente, a Amazônia recicla a cada ano 66 bilhões de t de CO2, ou seja, quase três vezes o que liberam os combustíveis fósseis do mundo.

Desertificação
A desertificação se intensifica, principalmente no Sahel ou no norte da China. O lago Tchad perdeu 90% de sua superfície em 40 anos, passando de 25 mil km2 a 2,5 mil km2. A seca de zonas úmidas já provocou um aumento de 20% do CO2 que libera na atmosfera, segundo a ONG Wetlands International. Os principais países emissores são Indonésia, Rússia e China. A emissão do metano contida nos solos antes gelados em permanência do Grande Norte e nos fundos marinhos (hidratos de metano) começou. O metano é um gás de efeito estufa 25 vezes mais forte que o CO2.

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China fechará siderúrgica que ultrapassar limites de poluição

PEQUIM – O governo chinês anunciou nesta quarta-feira, 9, a criação de uma lei que permitirá o fechamento de siderúrgicas que ultrapassarem os limites de poluição, informou o Ministério de Indústria e Tecnologias da Informação do país em seu site.
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Segundo a nota publicada na página oficial do ministério na internet, a quantidade de água contaminada está limitada a dois metros cúbicos por tonelada produzida, enquanto as emissões de dióxido de carbono não podem ultrapassar os 1,8kg por tonelada.

“Os fabricantes de aço deverão abandonar a atividade se não cumprirem os requisitos”, diz o texto, que se refere tanto às explorações já existentes como às novas fábricas que forem construídas.
As autoridades não deverão conceder permissões operacionais nem vender terras para as instalações excessivamente poluentes, e impedirão também os bancos de oferecer financiamentos a projetos “não sustentáveis”.
A China, maior produtor mundial de aço e também o maio emissor de gases poluentes do planeta, anunciou a lei na mesma semana em que acontece a cúpula do clima em Copenhague.

Agência Ambiental dos EUA afirma que mudança climática é nociva à saúde

Declaração abre caminho para a redução de emissões com uma simples ordem do presidente Obama.

A chefe da agência de proteção ambiental americana, Lisa Jackson, deu a notícia em Copenhague: a agência terminou seu estudo sobre os efeitos dos gases que provocam aquecimento global sobre a saúde humana. Concluiu que são nocivos.
O mundo começou a respirar melhor: é que essa conclusão abre espaço para que o governo implemente leis de redução das emissões, sem precisar do Congresso – na legislação americana, o Congresso tem que aprovar tratados internacionais, mas é o presidente que deve garantir a saúde dos americanos.
O representante americano do Greenpeace, Damon Moglen, disse que o governo Obama está fazendo manobras para ter uma posição mais forte. Mas que neste ponto é impossível saber se vai agir em cima da nova conclusão, ou apenas está usando isso para pressionar o Senado a aprovar a lei de corte de emissões.
Alguma coisa os Estados Unidos vão ter que fazer se quiserem sair bem de Copenhague. Enquanto a Europa anuncia cortes de 20% das emissões até 2020, com base em 1990, os americanos prometem 17% sobre 2005 – o que comparado com 1990 é menos de 4%.
Andreas Calgren, ministro do ambiente da Suécia, país que ocupa a presidência interina da União Europeia, disse que será chocante se Obama chegar aqui sem avançar nessa proposta.
No centro de Copenhague, uma festa fazendo um trocadilho do nome da cidade com Hopenhague, “cidade da esperança”. Entre shows e um globo iluminado, principalmente os jovens da cidade se reúnem com uma mensagem tão forte quanto simples: “Queremos um mundo melhor para viver – só isso”.
O desenho desse mundo está sendo traçado em Copenhague, com base no rascunho feito em Bali, há dois anos. Foi um período de negociações intensas, mas chegou-se em Copenhague com tantas questões sem consenso que o Brasil, junto com os países em desenvolvimento, já aceitam que seja feito um acordo político, deixando a regulamentação para depois. Desde que o depois não passe do meio do ano que vem.

Aquecimento Global : Várias opiniões que o desmentem


“Não há evidencia cientifica conclusiva para relacionar o aquecimento global com o que está acontecendo nos glaciares do Himalaia”. O ministro acrescentou que alguns glaciares estão diminuindo num nível “historicamente não alarmante” e contradisse o relatório do IPCC de 2007 segundo o qual eles “poderiam desaparecer completamente pelo ano 2035 se não antes”. “The Guardian”, 9.11.09.
Patrick Moore, co-fundador de Greenpeace

“Eu tenho uma lista do que eu chamo ‘características dos extremistas ambientalistas’. E o primeiro ponto é que hoje eles tendem a ser anti-humanos. Eles pintam o ser humano como uma espécie maléfica ou câncer na face da Terra.”
Gilberto Câmara, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe):

“Esse número de 20% [das emissões de CO2 do planeta por conta do desmatamento] divulgado pelo G8 é um número ‘chutado’ que está rodando pelo mundo. E a ciência brasileira até agora não se deu ao trabalho de checar esse dado. (…) o G8 deve estar equivocado e ter se baseado em dados fracos.”
R.Austin e W.Happer, professores de Física em Princeton; L.Gould, em Hartford; R.Lindzen (MIT) etc:

“O céu não está caindo, a Terra vem se esfriado há dez anos. O presente esfriamento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem ousam predizer o resto do século. Pode Al Gore? Pode John Holdren? Estamos sendo inundados de afirmações de que as provas são claras, de que o debate está encerrado e de que devemos agir imediatamente, mas de fato NÃO EXISTEM ESSAS PROVAS, NÃO EXISTEM.”
Prof David S Gee, professor emérito de Ciências da Terra, Universidade de Uppsala, Suécia:

“Durante mais quantos anos o planeta deverá ainda esfriar para que comecemos a ouvir que o planeta não está aquecendo? Durante mais quantos anos deverá continuar o atual esfriamento?”
Prof Ivar Giaever, Premio Nobel de Fisica 1973:

“Eu não acredito no aquecimento global… ele transformou-se numa nova religião”.
Ian Plimer, professor de Geologia da Universidade de Adelaide, Austrália:

“O aquecimento global antrópico [ligado ao homem] é o maior, mais perigoso e mais ruinosamente caro golpe trapaceiro da história. É a nova religião para a população urbana que perdeu a fé no Cristianismo. O relatório do IPCC é sua Bíblia. Al Gore e Lord Stern são seus profetas.”
Dr. Patrick Frank, químico, autor de mais de 50 artigos:

“Não há base científica garantida alguma para asseverar que o aquecimento é causado por gases estufa produzidos pelo homem porque a teoria física atual é extremamente inadequada para definir qualquer causa que seja”.
Prof. Frederick Singer, ex-diretor do serviço meteorológico satelital dos EUA e revisor do IPCC:

“O CO2 é claramente um gás industrial ligado ao crescimento econômico, ao transporte, ao carro, àquilo que nos chamamos de civilização. E há forças no movimento ecologista que são pura e simplesmente contra o crescimento econômico que eles consideram intrinsecamente mau.”
Prof Andrei Kapitsa, Universidade de Moscou, pioneiro na descoberta do lago sub-glacial Vostok:

“Os teorizadores de Kyoto puseram a charrete diante dos cavalos. É o aquecimento global que eleva os níveis de CO2 na atmosfera, e não o contrário… Grande número de documentos críticos submetidos à Conferência da ONU de 1995 em Madri sumiu sem deixar rastro. Resultado: só ficou um lado, a discussão sofreu um pesado viés e a ONU declarou que o aquecimento global era um fato científico”.
Prof. Patrick Michaels, Departamento de Ciências Ambientais da Universidade de Virginia:

“Quem diz que o CO2 é o responsável da maior parte do aquecimento do século XX, não viu as cifras as mais elementares”.
Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:

“O aquecimento global foi manipulado para legitimar uma série de mitos que existiam previamente: anti-carro, anti-crescimento e por cima de tudo, anti o grande Satã que é os Estados Unidos”.
Lord Lawson of Blaby, ex- Chancellor of the Exchequer e ex-secretário de energia da Grã-Bretanha:

“A esquerda ficou fortemente desorientada pelo fracasso manifesto do socialismo e, mais ainda, do comunismo como ele foi implantado. Em conseqüência eles tiveram que encontrar outra via para canalizar seu anti-capitalismo” .
Dr. Habibullo Abdussamatov, chefe de pesquisas espaciais do Observatório Pulkovo de São Petersburgo

“Os alarmistas do aquecimento global confundiram causa e efeito. Na medida que a radiação solar aquece a Terra, CO2 é liberado na atmosfera pelos oceanos do mundo.”
Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama:

“Ouço dizer freqüentemente que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global e que o homem está em vias de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Eu, eu sou um cientista e penso como muitos outros que isso absolutamente não é verdadeiro”.
Prof. Vaclav Klaus, presidente da República Checa:

Pergunta: “O Sr. não acredita que nós estamos arruinando nosso planeta?”
Resposta: “Tal vez só o Sr. Al Gore possa dizer algo a respeito disso. Porque uma pessoa sã não consegue.”

Prof. David Deming, geofísico e professor assistente de Artes e Ciências da Universidade de Oklahom

“Hoje há uma distorção acachapante na mídia no que se refere ao aquecimento global. Nos últimos dois anos, esse viés cresceu ao ponto de atingir a histeria irracional. Cada desastre natural que acontece agora é ligado ao aquecimento global sem se importar quão tênue ou impossível é essa conexão. O resultado disso é que o publico está largamente desinformado sobre esta e outras questões ambientais.”
(O Prof. Deming foi punido por autoridades universitárias comprometidas com o alarmismo por causa desta e outras declarações semelhantes)

Dr. João Corte-Real, catedrático em meteorologia da Universidade de Évora:

“Não vai haver qualquer catástrofe , e se estivermos, de facto, a viver uma alteração climática à escala planetária (…) saberemos encontrar soluções para enfrentar essa situação. Falar em catástrofe não é científico, não é humano, é uma forma primitiva de apresentar as questões”.
Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres:

“A visão atual nos apresenta o aquecimento trazendo conseqüências apocalípticas. Porém, cada vez que a gente analisa o aquecimento climático medieval, ele nos aparece associado à riqueza. Por toda parte na cidade de Londres, há pequenos vestígios das vinhas que cresciam durante o período quente medieval. Foi uma era maravilhosamente rica, de grande prosperidade.”
Yuri A. Izrael, vice-presidente do IPCC:

“Não há prova de uma relação entre a atividade humana e o aquecimento global”.
Nigel Calder, ex-diretor de “New Scientist”:

“Os princípios os mais elementares do jornalismo parecem ter sido abandonados.
“Nós temos uma nova geração de repórteres: os jornalistas ambientais. Se o trabalho deles é jogado na lixeira perdem o emprego!

“Então as reportagens têm que ser cada vez mais histéricas porque existem ainda, infelizmente, diretores desabusados que pedem: ‘você sabe, aquilo que você disse há 5 anos, bem, agora é muito pior! Os mares podem crescer tal vez 2m50 na próxima terça-feira’ e coisas do gênero.

“Então o jornalista fica constrangido a ser mais, mais e cada vez mais alarmista.”

Prof. José Joaquim Delgado Domingos do Instituto Superior Técnico, Lisboa:

“Tornar prioritário o combate às emissões de CO2 , invocando catástrofes climáticas sem fundamento científico convincente, é esquecer o contexto mais global. Uma das mais graves consequências deste reducionismo é a promoção de soluções altamente centralizadoras e perversas, (…) Actualmente, nenhuma das bases de dados de referência mostra aumento global da temperatura terrestre desde 1998, ou da camada superior dos oceanos”.
Prof. Tom Victor Segalstad, chefe do Museu de Geologia do Museu de Ciências Naturais da Universidad

“É a procura de um mítico naufrágio em CO2 para explicar um incomensurável tempo de existência do CO2 para caber num hipotético modelo de computador do CO2 que leva a mostrar que a queima de uma quantidade impossível de combustível fóssil está esquentando a atmosfera”.
Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC:

“Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história… Quando o público perceba a verdade, vai se sentir decepcionado com a ciência e com os cientistas”.
Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris:

“Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência; mas não é ciência, é propaganda.”
Dr. Harrison ‘Jack’ Schmitt, geólogo e ex-astronauta:

“É ridículo falar de ‘consenso’ em torno da idéia de que os humanos estão causando um ‘aquecimento global’ quando a experiência, os dados geológicos, a história e o atual esfriamento apontam no sentido oposto. ‘Consenso’ apenas quer dizer que não há um conhecimento definitivo. O susto com o aquecimento global está sendo usado como instrumento para o controle governamental da vida, da renda e da tomada de decisões dos cidadãos americanos”.
Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA:

“O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (…) outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.
Henrik Svensmark, diretor do Centro para Pesquisas do Clima Solar, Centro Espacial de Dinamarca:

“Aqueles que acham absolutamente certo que o aumento da temperatura deve-se exclusivamente ao CO2 não tem justificação científica. É pura conjetura.”
Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton:

“O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista se sentar num prédio com aquecimento e fazer rodar modelos de computador do que se vestir com roupas de inverno e sair a medir o que realmente está acontecendo do lado de fora nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os expertos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos…”
Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace.

” A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a “lingua verde” de um jeito muito inteligente para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização que com ecologia ou ciência”.
Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Mudanças do Nível do Mar:

“O mar não está crescendo e não cresceu nada nos últimos 50 anos”
Martin Keeley, Prof. de Geologia do Petróleo no University College de Londres:

“O aquecimento global é, além do mais, uma fraude perpetrada por cientistas com interesses dissimulados, mas que têm necessidade urgente de fazerem cursos de geologia, lógica e filosofia da ciência.”
Dr. Will Happer, Prof. de Física na Universidade de Princeton:

“Estou convencido de que o alarme corrente pelo CO² está errado… Os temores de um aquecimento global antrópico estão desprovidos de garantias e não estão baseados em boa ciência.”
Prof. David Bellamy, naturalista:

“O aquecimento global — pelo menos na última visão de pesadelo moderno — é um mito. Estou certo disso e também pensa assim um crescente número de cientistas. Mas o que é verdadeiramente preocupante é que os políticos e responsáveis pelas decisões políticas não pensam assim.”
Dr. Philip Lloyd, físico nuclear sul-africano, co-coordinador do IPCC:

“O volume de CO2 que nós produzimos é insignificante em termos de circulação natural entre ar, água e solo… Estou preparando um circunstanciado estudo sobre os relatórios do IPCC e dos Sumários para Responsáveis Políticos, identificando o modo pelo qual esses Sumários distorceram a ciência.”
Harrison “Jack” Schmitt, ex-astronauta e geólogo da NASA:

“O ‘medo do aquecimento global’ está sendo usado como um instrumento político para aumentar o controle do governo sobre a vida dos americanos, suas rendas e tomadas de decisões”.
Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa

“Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”.
Robert Essenhigh, PhD, Professor de Engenharia Mecânica da Ohio State University:

“Certamente podemos tentar o controle e freio da produção do dióxido de carbono, mas isto parece ter um custo entre altíssimo e catastrófico. E com qual finalidade, se ela não é problema? Eu não estou só nesta posição. Mas muitos que estão no poder não querem ouvir. Então, isto é ciência ou apenas política?”
Walter Cunningham, físico e ex-astronauta:

“A NASA deveria estar na linha de frente colhendo provas científicas e desmontando a atual histeria do “aquecimento global antropogênico”. Infelizmente, está virando mais uma agência que caiu na política do aquecimento global ou, pior ainda, da ciência politizada.”
Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Colorado Univ

“A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU… A temperatura global em 2007 foi a mais fria numa década e a mais fria do milênio… tal vez seja por isso que o “aquecimento global” está sendo chamado de “cambio climático”.
Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa:

“Não podemos dizer que o CO2 vá dirigir as mudanças climáticas, certamente nunca o fez no passado.”
Dr. Takeda Kunihiko , vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia, Univ de Chubu, Japão:

“As emissões de CO 2 não causam absolutamente qualquer problema … Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo … [A alguns pagam para dizer o contrário!] O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no carro e os países em desenvolvimento a andarem descalços”
Dr. Miklós Zágoni, especialista em aquecimento global abandonou a defesa do protocolo de Kyoto:

“O instrumento regulador da natureza é o vapor de água: mais CO2 diminui a umidade no ar, mantendo a proporção geral dos ‘gases estufa’ nas condições de equilíbrio necessárias”.
Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá:

“O CO2 não é um gás poluente. Ele tem conseqüências positivas, na verdade. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. (… ) Eles [os especialistas] têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais”.
Dr. Pal Brekke, físico solar, do Norwegian Space Centre em Ohio:

“Quem pretende que o debate está encerrado e que as conclusões são definitivas faz uma abordagem fundamentalmente anti-científica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época”.
James Peden, físico da atmosfera, trabalhou no Space Research and Coordination Center de Pittsburgh

“Os modelos climáticos não pertencem à ciência, trata-se de brinquedos de montar computadorizados com os quais a gente pode construir o que bem entende”.
Dr. John Theon, ex-chefe do Programa de Pesquisas Climáticas da NASA:

“Não se justifica racionalmente utilizar os modelos de previsão climática na hora de definir as políticas públicas.”
Hajo Smit , meteorologista holandês, ex-membro do Comitê Holandês junto do IPCC:

“Gore incitou-me a [realizar] uma investigação científica profunda que me levou rápida e solidamente para o campo dos céticos … Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alterações climáticas depois delas terem sucedido”
Dr. Guy LeBlanc Smith, ex-chefe de pesquisas da CSIRO, Austrália:

“Eu ainda estou para ver uma prova crível de que o dióxido de carbono (CO2) está provocando a mudança climática, ou que só o CO2 feito pelo homem a está provocando. Faltam dados atmosféricos e os dados do cerne do gelo recusam essa hipótese. Quando é que nós acordaremos coletivamente de essa ilusão enganosa”.

Um total de 193 países e um desafio: deter o aquecimento global. Começa hoje na cidade de Copenhague a COP-15.

Um total de 193 países e um desafio: deter o aquecimento global. Começa hoje na cidade de Copenhague a COP-15.

Existe otimismo. Mas também há receio de que um acordo global não seja assinado. Não dá para dizer que esse é um encontro mundial sem precedentes.

Tivemos outros dois: a ECO-92, no Rio de Janeiro, e a reunião de Kyoto, no Japão, em 1997. No primeiro encontro, os líderes admitiram que precisariam agir. No segundo, estabeleceram metas de redução de emissão de gases que causam o efeito estufa. Mas os maiores poluidores, Estados Unidos e China, não assinaram o protocolo.
De lá para cá, mais de uma década de cobranças, discussões, acusações. O Brasil não era obrigado, mas resolveu levar metas de redução de emissões de gases poluentes.

Ainda há muita controvérsia sobre até que pontos somos culpados pelas mudanças climáticas. Ou se a grande culpa é da própria natureza, que vive em constante mutação. Houve até, na semana passada, vazamento de e-mails trocados entre cientistas, dando conta de que os índices do aquecimento global teriam sido manipulados para causar impacto.

Polêmicas a parte, o fato é que a maioria dos cientistas está convencida de que não é hora de empurra-empurra. O importante é definir o que podemos fazer para mudar essa situação. Copenhague, capital da Dinamarca, é o centro dessas discussões nos próximos dias.
Copenhague, capital da ecologia: São 193 países, 15 mil representantes, entre políticos, ecologistas, ambientalistas, cientistas, mais de cinco mil jornalistas. No campo diplomático, o maior evento da Terra tem a missão de estipular as novas metas de emissão dos gases que provocam efeito estufa.
Não é fácil, nem barato. Na reunião também serão discutidas propostas de ajuda financeira para promover o crescimento econômico dos países pobres e em desenvolvimento. Países que precisam ter eficiência energética e usar tecnologias menos poluentes.
Outro assunto em pauta, um velho assunto, é o desmatamento das florestas nativas. E o Brasil tem papel importante.

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Aquecimento Global em PPT

Guia revela como o mundo consome energia



A demanda global por energia aumentou nos últimos 150 anos, acompanhando o desenvolvimento industrial e o crescimento populacional. Especialistas prevêem que a sede por energia deve continuar a crescer em ao menos 50% até 2030, à medida em que países em desenvolvimento como a China e a Índia procurarem manter seu rápido crescimento econômico.

As maiores fontes da energia mundial (responsáveis por cerca de 80% da energia consumida no mundo no momento) são o carvão, o petróleo e o gás natural – os chamados “combustíveis fósseis” por terem surgido séculos atrás a partir de restos de plantas e animais mortos, ricos em carbono. No entanto, essas são fontes que um dia vão se esgotar.

Nas últimas décadas, também tem aumentado a preocupação

sobre o impacto ambiental desses combustíveis. Os maiores especialistas em clima alertam que as emissões de gases do efeito estufa, criados pela queima de combustíveis fósseis e por outras atividades humanas, precisam

ser reduzidas substancialmente para evitar mudanças climáticas perigosas.

A pressão para substituir os combustíveis fósseis colocou em evidência as chamadas fontes renováveis de energia – como, por exemplo, o Sol e os ventos. Mas elas também enfrentam desafios: as tecnologias iáveis ainda estão se esenvolvendo, e os custos de instalação tendem a ser altos. Essas fontes de energia não devem conseguir uma fatia muito significativa do mercado dentro dos próximos 25 anos.