Planeta bizarro: Urso comendo cabeça de filhote!!!

A agência de notícias Reuters divulgou nesta terça-feira (8) imagens de um urso polar matando e comendo um filhote a 300 quilômetros da cidade canadense de Churchill.
As imagens, feitas em 20 de novembro, mostram o urso polar comendo o filhote e carregando a cabeça do animal.Ursos polares são ameaçados de extinção.

Mudança climática pode forçar canibalismo entre ursos polares

Ativistas ambientais acreditam que as alterações do clima motivam o comportamento canibal entre ursos polares

Um número crescente de casos de canibalismo entre ursos polares está sendo registrado no mundo devido às alterações climáticas, afirmaram ativistas que combatem o aquecimento global. Em um estudo feito em 2006, cientistas americanos e canadenses apontaram que os ursos polares seriam forçados a comer a carne da própria espécie por causa do degelo no Ártico, que elimina as plataformas geladas onde eles podem caçar focas.

A imagem de um urso polar macho arrastando a cabeça de um filhote da mesma espécie que se separou de sua mãe perto da baía de Hudson, no Canadá, foi noticiada nesta quarta-feira em jornais britânicos.

Na terça-feira, a Associação Meteorológica Mundial informou durante o segundo dia de atividades da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, que a presente década está a caminho de se tornar a mais quente desde que tiveram início os registros de 1850 para cá.

Nada de anormal
Um líder dos inuits, nação indígena esquimó local, não acredita na relação entre o canibalismo dos ursos polares com os efeitos das alterações climáticas. Para Jose Kusugak, presidente da Associação Inuit Kivalliq, “um exemplar macho comendo um filhote se torna uuma grande história e aproveitam para relacioná-la às mudanças climáticas”. “É um absurdo dizer isso quando trata-se de uma ocorrência normal da natureza”, afirmou o líder.

COP-15
A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, de 7 a 18 de dezembro, que abrange 192 países, vai se reunir em Copenhague, na Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes sobre o Clima, a COP-15. O objetivo é traçar um acordo global para definir o que será feito para reduzir as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando termina o primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto.

Com informações do The Times

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Um pedaço de Marte na Antártida

Em 1996, um time de astrônomos liderados por David McKay, do Centro Espacial Johnson da Nasa, publicou um artigo na afamada revista “Science” anunciando a descoberta de uma evidência de atividade biológica fossilizada no meteorito ALH84001. Esse meteorito foi encontrado na Antártida e é na verdade um pedaço arrancado de Marte. Alguns impactos em Marte devem ter sido tão violentos que ejetaram pedaços de rochas da superfície e os colocaram no espaço. Alguns dos pedaços de rocha foram atraídos pela Terra e caíram por aqui. O processo inverso também deve ter ocorrido, mas como a gravidade de Marte é muito menor que a da Terra, deve haver mais destroços de Marte aqui, do que o inverso.

O meteorito ALH84001, em especial, mostrou ao ser analisado traços de nanocristais de magnetita em pequenos glóbulos de material carbonáceo que poderiam ter origem biológica. A hipótese de MacKay e seus colegas é baseada em processos similares que ocorrem na Terra, onde algumas bactérias encontradas na água e mesmo no solo secretam esses nanocristais. A ideia é que a magnetita encontrada no meteorito tem origem biológica por causa de sua semelhança. Seria a primeira evidência sólida de que teria havido vida em Marte. Seria.

O grande problema da descoberta foi a maneira com que ela foi divulgada. Todo artigo científico precisa passar por uma revisão de outros cientistas que atuam na mesma área. Chama-se revisão por pares (ou peer review). No caso de análises como essa, de meteoritos, uma amostra é mandada para outros grupos fazerem uma checagem semelhante para confirmar (ou não) as afirmações do artigo. Acontece que neste caso tudo foi atropelado. Por causa da importância e o impacto da possível descoberta, o anúncio foi feito antes da revisão por pares e da análise das amostras. O anúncio chegou a ser feito pelo presidente dos Estados Unidos, numa estratégia de marketing para pressionar o Congresso Americano a dar mais verba para enviar sondas à Marte.

Por causa do atropelo, muita gente torceu o nariz. A coisa ficou pior quando outros grupos mostraram que era possível, sob determinadas condições, obter os tais nanocristais de magnetita, tais quais os encontrados no meteorito. A magnetita presente em ALH84001 foi recriada em laboratório em um processo chamado de decomposição térmica de carbonáceos.

Agora, passados 13 anos, o mesmo grupo de astrônomos publicou outro estudo sobre o tema. Dessa vez, usando equipamentos de análise modernos (que não existiam naquela época) e passando por todos os rigores da revisão por pares, eles mostram que a hipótese biológica é a mais provável. Partindo da ideia da origem inorgânica, eles rebatem a noção de que a decomposição térmica de carbonatos pode dar origem aos cristais do meteorito. A conclusão é que a hipótese de origem orgânica é a mais plausível.

A conclusão é que a hipótese de origem orgânica é plausível, mas isso não significa que seja a única. Por enquanto, é a que melhor explica a origem da magnetita. Assim sendo, a teoria de que já tenha havido vida em Marte ganha força. E com ela uma esteira de possibilidades interessantes: se um pedaço de Marte chegou à Antártida com evidências fossilizadas de vida, não poderia um outro pedaço ter trazido um pouco dessa vida à Terra?

Substância natural pode dar fim às dores crônicas

Pesquisadores americanos descobriram que substâncias presentes em cactus africanos e na pimenta são uma esperança para este mal.
Pesquisadores de uma universidade americana encontraram na natureza uma esperança para o fim das dores crônicas.
Substâncias presentes em cactus africanos e na pimenta já foram testadas com sucesso em ratos de laboratório. A próxima etapa é fazer a experiência em seres humanos como mostra
Pimenta que arde na boca, que queima a pele. Pimenta que compõe ditado popular. Quem nunca disse que ela nos olhos dos outros é refresco?
O doutor Louis Premkumar, pesquisador da Universidade de Illinois do sul resolveu estudar essas sensações de queimação, de dor, causadas pela pimenta, para tentar descobrir uma forma de melhorar a vida daqueles que sofrem com dores crônicas.
As cobaias entraram em ação e o doutor Premkumar e sua equipe começaram a estudar o sistema nervoso dos ratos.
E os testes mostraram que quando os neurônios recebem uma pequena dose eles se ativam e vem a dor. Mas à medida em que dose aumenta eles vão ficando mais calmos e a dor vai sumindo.
Os cientistas descobriram que a pimenta só causa isso porque há neurônios que reagem a um ingrediemte dela, a capsaicina. Anestesias em geral, remédios à base de morfina, eles tiram a dor, dão sensação de dormência, mas eliminam alguns sentidos do corpo. Os efeitos duram pouco e por isso muitas vezes causam dependência.
O jeito foi encontrar um jeito mais potente. Depois de cinco anos de estudo os pesquisadores daqui de Springfield no estado de Illinois concluíram que existe um remédio para acabar com a dor. A dor, pelo menos, dos animais. E este remédio está numa planta encontrada no norte da África.
É a euphorbia resinifera, um cacto que tem a resiniferatoxina, substância conhecida como rtx. Ela é semelhante, mas até mil vezes mais forte que a capsaicina encontrada na pimenta.
“As pesquisas mostraram que uma super-dose da rtx congela o neurônio, bloqueia a transmissão da mensagem para o cérebro e a dor acaba. A resina do cactus africano deixou os ratos sem dor por cinco meses, mas o efeito pode durar até mais”, diz o cientista.
Na geladeira, em cada ampola, uma superdose da arma contra a dor. Por enquanto, contra a dor dos animais. Os testes em humanos estão começando. E o que esses pesquisadores querem é ver nas farmácias um remédio contra esse mal. Eles e aqueles que sofrem com a dor.

Uma molécula de Motivação: Dopamina excelente em sua tarefa





Se você já teve um problema com roedores e acorda para descobrir o que ratos tinham mastigado e se depara com três pacotes de macarrão lamen, e mesmo que a embalagem do fermento de padeiro, irá apreciar o quão bizarro é a tensão do rato de laboratório que carece de toda a motivação para comer.
O rato é fisicamente capaz de comer. Ela ainda gosta do sabor dos alimentos. Ponha um croquete em sua boca, e ele irá mastigar e engolir, o tempo todo torcendo o nariz na satisfação.


No entanto, se deixar por conta própria, o rato não irá despertar-se para o jantar. O simples pensamento de andar em toda a gaiola e elevação de aglomerados de alimentos da bacia, preenche com apatia esmagadora. Qual é o ponto, realmente, de tudo isso a ingestão e excreção? Por que se preocupar? Os dias passam, o rato não come, ele quase não se move, e dentro de algumas semanas, ele tem fome até morrer.

Por trás do caso fatal do roedor, o tédio é um grave déficit de dopamina, uma das moléculas essenciais de sinalização no cérebro. Tem se ouvido falar muito da Dopamina. Ela se tornou o neurotransmissor da moda; assim como a Serotonina.


As pessoas falam de começar sua corrida de dopamina: “o chocolate, música, o mercado acionário, o zumbido BlackBerry- qualquer coisa que dê uma emoção pequena e agradável. Drogas que causam dependência química, como a cocaína, metanfetaminas, álcool e nicotina e crack são conhecidos por estimularem os circuitos do cérebro. A dopamina,é um estimulante, e tem se tornado cada vez mais populares como o Ritalin e Adderall.

No imaginário comum, a dopamina está relacionada com as recompensas, com bem-estar, e o desejo de se sentir bem novamente, e se nós não tomarmos cuidado,seremos enganchados, e nos tornaremos escravos das “linhas de cruzeiro do prazer” através do nosso cérebro.

No entanto, como novas pesquisas sobre a dopamina, camundongos deficientes e outros estudos revelam, a imagem de dopamina como nosso Baco pouco no cérebro é enganosa, como foi o anterior caricatura de serotonina como um rosto neural feliz.

Na visão emergente, discutida em parte na sociedade para a neurociência reunião na semana passada em Chicago, a dopamina é menos eficiente sobre o prazer e recompensa do que sobre a movimentação e motivação, capacidade de descobrir o que se tem que fazer para sobreviver e, em seguida, fazê-lo. “Quando nós não conseguimos respirar, e estmos ofegando por ar,chamaríamos de agradável?”, Disse Nora D. Volkow, pesquisador da dopamina e diretor do National Institute on Drug Abuse. “Ou quando nós estamos com tanta fome que poderíamos comer alguma coisa nojenta. Isso seria prazeroso?
A Dopamina participa de “uma movimentação intensa para nos tirar de um estado de privação e manter-nos vivos”.

A dopamina é como um dispositivo do cérebro que filtra a relevância, de se manter “carregado”. “Não podemos prestar atenção a tudo, mas queremos ser adeptos de um organismo capazes de reconhecer as coisas que são novas”, diz Volkow. “Nós podemos não notar uma mosca na sala, mas se essa mosca for fluorescente, com a liberação da dopamina, seria fogo.”
Fonte: The New York Times
Sou completamente contra drogas!!! contudo, acho que música pode nos causar uma tremenda sensação de prazer, por isso Baixe grátis o cd internacional da novela Viver a Vida, e divirta-se!





Eclologia: O fungo que comeu o mundo

Science

1 de outubro de 2009

Os cientistas alegam ter identificado um fungo antigo que floresceu há cerca de 250 milhões de anos, que se alimenta de árvores mortas (saprófita) e que se espalhou por todo o planeta. Esses restos (fungos) poderiam fornecer uma pista fundamental para a identidade do que matou grande parte dos animais e vegetais, ao mesmo tempo, embora alguns pesquisadores continuem céticos. A História da Terra é marcada por várias extinções em massa. Provavelmente a mais conhecida delas é a do chamado limite Cretáceo-Terciário, há cerca de 65 milhões de anos, a catástrofe que dizimou os dinossauros e muitas outras espécies terrestres e marinhas. Em todo o mundo, as amostras dos sedimentos que foram depositados mostraram os traços de Irídio, um elemento químico, que é raro na Terra mas comum em asteróides, apontando para um enorme impacto.

A extinção em massa mais misteriosa aconteceu há cerca de 250 milhões de anos, marcando o fim do período Permiano e início do Triássico. Quase toda a vida marinha desapareceu, como fizeram cerca de três quartos dos animais terrestres – quase todos os que residiam em um continente único, gigante conhecido como Pangeia. Mas a causa das extinções permaneceu indeterminada. Não há nenhuma evidência de um impacto, só sinais de fluxos de lava espalhadas e dicas de possível elevação do nível do mar ou mudanças na circulação oceânica.

Em 1996, os pesquisadores testaram restos de um gênero de microorganismos chamados Reduviasporonites, que são comuns no limite do Permiano-Triássico (P-Tr). Agora, os membros de uma equipe internacional dizem que confirmou não só que a Reduviasporonites ubiquitous eram fungos, mas também que as árvores de sua dieta primária estavam mortas – algo que poderia fornecer um indício decisivo sobre o tipo de catástrofe, que terminou o período Permiano. A equipe analisou isótopos de carbono e nitrogênio de amostras de Reduviasporonites. Essas análises para identificar substâncias químicas únicas Reduviasporonites, cujo reinado durou os períodos Permiano e Triássico, e outros compostos relacionados com a matéria orgânica de árvores mortas. Astrobiólogo e o autor Mark Sephton do Imperial College de Londres afirma que as análises mostram que o organismo alimentados com madeira morta. Sephton explica que para Reduviasporonites ser tão comum na transição P/Tr, eles devem ter prosperado em um desastre que trouxe “uma mudança dramática no meio ambiente.” A causa mais provável, diz ele, é uma liberação maciça de dióxido de enxofre e outros gases nocivos das erupções vulcânicas. Esses gases teriam causado chuva altamente ácida, o suficiente para envenenar a maior parte do planeta, matando árvores e criar uma festa global para Reduviasporonites.

. “Quando as coisas se tornaram realmente ruins, esses fungos estavam mais em casa do que nunca”., diz Sephton.

Compilado por Rejane Cardoso do artigo de Phill Berardelli.

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