Hermann Joseph Muller (Nova Iorque, 21 de Dezembro de 1890 — Indianápolis, 5 de Abril de 1967) foi um geneticista estadunidense.
Foi agraciado com o Nobel de Fisiologia/Medicina de 1946, por demonstrar que os raios X aceleram ou mesmo desencadeiam mutações genéticas.
Saiba mais…

Hugo De Vries

(nascido em 16 de fevereiro de 1848, Haarlem, Neth. – morreu 21 de maio de 1935, perto de Amsterdam) botânico holandês e geneticista. He taught at the University of Amsterdam (1878 – 1918), onde introduziu o estudo experimental da evolução orgânica. Sua redescoberta em 1900 (em simultâneo com Carl Erich Correns e Erich von Tschermak Seysenegg) de Gregor Mendel ‘s princípios de hereditariedade e de sua própria teoria da mutação biológica explicou conceitos sobre a natureza da variação das espécies que tornou possível a aceitação universal e busca ativa de Charles Darwin é a teoria da evolução orgânica. De Vries descobriu e batizou o fenômeno conhecido como mutação, e ele também contribuiu para o conhecimento do papel da osmose em fisiologia vegetal. Ver também William Bateson.
Conheça mais este cientista…

A Beleza das mutações

Porque existem tantos erros no nosso DNA?
Quanto mais os cientistas aprendem a ler as instruções contidas nos nossos genes, maior é a confirmação de que grande parte do nosso DNA contém mutações. Felizmente, a maioria dessas modificações é inofensiva. Considerando as dificuldades envolvidas – o DNA numa célula humana contém bilhões de subunidades, ou pares de bases, enrolados e firmemente comprimidos em 46 cromossomos, todos os quais devem ser duplicados todas as vezes que a célula se divide – nosso estado geral de saúde é algo milagroso.

Cada um de nós herda centenas de mutações genéticas dos nossos pais, e eles de seus antepassados. Somando-se a isso, o DNA nas nossas próprias células sofre aproximadamente 30 novas mutações durante nossa vida toda, ou por enganos durante a cópia do DNA ou , mais freqüentemente, por causa de danos causados pelo meio-ambiente. Partes do nosso DNA podem ser apagadas, inseridas, quebradas ou substituídas. Porém a maioria dessas mudanças afeta somente as partes do DNA que não contém uma instrução gênica, então não precisamos nos “preocupar” com eles.
Os problemas aparecem somente quando uma modificação no DNA altera a mensagem que diz a certas células como e quando produzir uma proteína em particular.

Para ficar vivo e funcionando, o corpo humano requer uma safra diária de bilhões de moléculas protéicas novas – por volta de 50000 tipos diferentes de proteínas que devem ser fornecidas em quantidades certas, na hora certa, e no lugar certo. Nós precisamos da hemoglobina para carregar o oxigênio pela corrente sangüínea, de anticorpos para lutar com substâncias estranhas, hormônios para lidar com a tensão, neurotransmissores para invocar movimentos, emoções e pensamentos e muitas outras proteínas para estruturar o organismo ou acelerar reações.

Nossas células se mantém extremamente ocupadas juntando aminoácidos – os blocos estruturais de proteínas – na ordem certa para produzir as diversas proteínas. A ordem é determinada pelos genes. De acordo com o código genético, cada trio de bases nas instruções genéticas corresponde um aminoácido em particular ou dá o sinal para começar ou parar de produzir uma proteína.

Um erro em apenas uma base pode trazer o aminoácido errado, alterando a proteína. E se uma ou duas bases estiverem faltando, cada trio posterior será lido na combinação errada; tais “mudanças no padrão de leitura” geralmente impedem as células de fazer a proteína.


Atualmente, sabe-se que as instruções do DNA não são transmitidas diretamente; uma cópia consistindo de acido ribonucléico (RNA) atua como um intermediário. O DNA original permanece salvo no núcleo, um pouco parecido com os blocos de impressão numa impressora, enquanto a cópia do RNA é produzida transcrevendo apenas uma fita do DNA, a qual carrega as instruções para a produção da proteína.




Tubarão e Dragão mudam forma de reprodução/ Shark and Dragon change form of reproduction

Um tubarão-martelo fêmea capturado em Florida Bay, teve filhotes sem copular com machos. De acordo com os cientistas, foram usados testes genéticos para a comprovação do aparecimento misterioso do filhote no tanque da fêmea.

LONDRES Uma dragão-de-komodo de um zoológico no Reino Unido botou oito ovos sem nunca ter cruzado. Cientistas apelidaram o evento de “nascimento imaculado de Natal”. Flora, como é chamada a réptil, nunca acasalou ou conviveu com um dragão macho. Fertilizou todos os ovos sozinha, num processo chamado partenogênese. Outros lagartos também fazem isso, mas os cientistas só descobriram recentemente esta propriedade nos dragões-de-komodo. (fonte: Jornal do Brasil – Ciência)

Estudo sugere que todos os humanos ‘são mutantes’


Cada humano carrega pelo menos 100 mutações genéticas

Um estudo britânico e chinês sugere que cada ser humano possui pelo menos 100 mutações genéticas no DNA.

Nos últimos 70 anos, vários cientistas vêm tentando chegar a uma estimativa precisa sobre a taxa de mutação nos humanos.

A pesquisa recente, publicada na edição desta semana da revista científica Current Biology, conseguiu chegar a um número considerado confiável graças às novas tecnologias de sequenciamento genético.

Os cientistas aplicaram a tecnologia ao estudo dos cromossomos “Y” de dois homens chineses. Os pesquisadores sabiam que os dois eram parentes distantes e partilhavam de um antepassado comum que nascera em 1805.

Ao analisar as diferenças genéticas entre os dois homens e o tamanho do genoma humano, os cientistas concluíram que as novas mutações genéticas podem chegar a 100 e 200 por pessoa.

As novas mutações podem, ocasionalmente, levar ao desenvolvimento de doenças graves, como o câncer.

Os cientistas esperam que as descobertas e as novas estimativas sobre as mutações possam abrir caminho para tratamentos que auxiliem na redução do aparecimento das mutações e que possam contribuir para um melhor entendimento sobre a evolução humana.