O uso do amido na produção de Bioplásticos

Devido ao seu baixo custo e alta disponibilidade, o amido tem sido bastante estudado no sentido de ser modificado ou misturado com outras substâncias químicas para melhoramento de sua processabilidade, formando uma familia bastante versátil de bioplásticos.
O amido tem sido extrudado em extrusoras simples ou de dupla rosca com plastificantes.A temperatura e o cisalhamento imprimidos à massa produzem uma desestruturação das cadeias de amido, um rearranjo intermolecular ocorre, dando origem a um material termoplástico denominado amido desestruturado ou gelatinizado.
Para melhoramentos de suas propriedades, os amidos também tem sido modificados por métodos químicos, no sentido de se substituir parte das -OH das cadeias de amilose e amilopectina por grupos de eter ou éster, produzindo amidos modificados.
A Novamont da Itália e o maior produtor de bioplásticos que utiliza o amido como matéria-prima, tendo a capacidade instalaa de 50.000t/ano, produzindo diversas grades de polimeros para várias aplicações sob o nome comercial de Mater-Bi.Muitas outras empresas utilizam-se também desta tecnologia oferecendo vários tipos de produtos destacando-se os filmes de recobrimentos

Projetos sustentáveis: Bioplástico produzido através do cultivo de bactérias

O Brasil lidera a produção mundial de cana-de-açúcar, e São Paulo está no topo da lista do ranking nacional. No interior do Estado, em uma região famosa pela vasta área de plantações de cana, foi instalada uma planta piloto onde a cana está sendo transforma não em açúcar ou em álcool, mas em plástico.

O projeto, que recebeu investimentos de R$ 30 milhões, já produz 60 toneladas de filme biodegradável por ano, na maior parte exportado para os Estados Unidos, Japão e Alemanha. Conforme Sylvio Ortega, diretor-executivo da unidade, em 2010 uma planta comercial deve entrar em operação na mesma usina, com capacidade para produzir 10 mil toneladas de bioplástico por ano.

Ortega explica o processo:

– A cana-de-açúcar é transformada em açúcar. Depois este açúcar é fornecido a uma bactéria natural que come este açúcar, que fica dentro da célula, fica interno. Quando a bactéria não consegue aumentar mais de tamanho, ela é é inativada e entra no processo um solvente natural, que também é feito na usina. Ele remove o polímero, que é o plástico biodegradável que se forma dentro dessa bactéria. A parte morta da bactéria é matéria orgânica e retorna à lavoura como adubo orgânico, e o polímero é transformado em produtos plásticos.

O biolplástico sai de uma máquina extratora com a aparência de um pó branco. Ele pode ser solidificado, cortado e ganhar diversas cores, dando origem a produtos plásticos com várias formas e níveis de flexibilidade. Algumas peças já estão sendo utilizadas até mesmo na medicina veterinária.

– De uso veterinário já está sendo feito um liberador gradual de progesterona, que é um produto que libera hormônio para o gado, no caso para as fêmeas. Depois de introduzido na fêmea por um período de 10 dias a peça é retirada e é feita a inseminação do gado. Nós temos patentes protegendo o desenvolvimento desse produto principalmente pelo fato de ele ser biodegradável e compostável – ressalta Ortega.

Do ponto de vista ambiental as vantagens são inúmeras.

– Quando a gente fala de plásticos normais, esses plásticos são feitos normalmente com produtos oriundos do petróleo. Esses plásticos lançam na atmosfera gases que contribuem para o aquecimento global. E o nosso produto, ele retira gases que contribuem para o aquecimento global. Os outros plásticos também consomem energia que não são de fonte renovável. Nosso plástico consome energia que sempre vem de fonte renovável.

Quanto à resistência e durabilidade, as propriedades deste plástico são semelhantes às do polipropileno, o plástico mais convencional existente no mercado.

Os produtos ecologicamente corretos têm mercado garantido fora do Brasil, e atualmente quase tudo o que é produzido no país segue para os Estados Unidos, Japão e Alemanha. Mas Sylvio acredita que o cenário nacional deve mudar nos próximos anos. Apostando nisso, em 2010 deve começar a funcionar uma planta comercial com capacidade para produzir 10 mil toneladas por ano de bioplástico de cana.

– A preservação ambiental é uma demanda da sociedade. Então quando a gente olha produtos que demandam preservação ambiental, a gente olha o mercado consumidor optando por essas alternativas, visando a preservação da próxima geração – destada Ortega.

Uso sustentável da energia


Os prejuízos ambientais provocados por ações humanas tornaram-se uma das principais preocupações da sociedade atual. Com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância desse tema, a Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS) lançou, em setembro último, o projeto denominado Uso Sustentável de Energia (USE), que envolverá campanha de conscientização, capacitação de técnicos-administrativos e professores de todas as unidades acadêmicas, elaboração do Manual de economia de energia e de uma página virtual. A iniciativa inclui também uma série de projetos, como o do telhado verde, em que as tradicionais telhas para cobrir casas e edificações são substituídas por uma camada de vegetação.
O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e membro da USE Márcio D’Avila adverte que determinar qual o melhor modelo de telhado a ser usado exige a análise de vários aspectos. “Estamos pesquisando diversas espécies de plantas”, conta. “É importante que elas resistam bem aos períodos de estiagem. As flores também são interessantes para atrair a fauna, como os insetos polinizadores (que aumentam a capacidade das plantas de se reproduzir com mais eficiência)”, diz, lembrando que o substrato (composição da terra), o nível de retenção da água da chuva e o peso que cada estrutura arquitetônica precisa suportar são outros itens a serem considerados.
Da telha para o telhado verde
Para mostrar quais os benefícios de substituir a telha comum pelo telhado verde, a Prefeitura Universitária, a Divisão de Obras, a FAU e o Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da PUCRS desenvolveram três protótipos, cada um deles com diferentes tipos de telhado: o verde, o de fibrocimento e o de zinco.
Segundo D’Avila, com o telhado verde, a temperatura interna da casa permaneceu mais constante. “A cobertura vegetal evita, por exemplo, o surgimento de ilhas de calor nos centros urbanos. Em dias quentes, geralmente evitamos permanecer em locais onde a superfície é composta por materiais que retêm o calor gerado pelos raios solares, como o asfalto, o concreto, entre outros. Já o telhado verde diminui essa retenção de calor”, compara.
Redução dos gastos de energia
Um dos objetivos do USE é reduzir os gastos com a energia elétrica no campus central da universidade. Para isso, o comitê responsável pelo projeto – formado pelas faculdades de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia, além da Prefeitura Universitária e da Divisão de Obras – verifica o consumo em todos os prédios. O diretor do MCT, professor Emilio Jeckel Neto, lembra que o telhado verde reduziu os gastos com o ar-condicionado, pela maior eficiência do equipamento em um ambiente com temperatura estável.
A pesquisa, iniciada em novembro do ano passado, envolve hoje um grande número de unidades acadêmicas. A previsão do comitê é que, nos próximos seis meses, as primeiras experiências com o telhado verde sejam estendidas a todos os prédios do campus. Os prejuízos ambientais provocados por ações humanas tornaram-se uma das principais preocupações da sociedade atual. Com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância desse tema, a Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS) lançou, em setembro último, o projeto denominado Uso Sustentável de Energia (USE), que envolverá campanha de conscientização, capacitação de técnicos-administrativos e professores de todas as unidades acadêmicas, elaboração do Manual de economia de energia e de uma página virtual. A iniciativa inclui também uma série de projetos, como o do telhado verde, em que as tradicionais telhas para cobrir casas e edificações são substituídas por uma camada de vegetação.

O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e membro da USE Márcio D’Avila adverte que determinar qual o melhor modelo de telhado a ser usado exige a análise de vários aspectos. “Estamos pesquisando diversas espécies de plantas”, conta. “É importante que elas resistam bem aos períodos de estiagem. As flores também são interessantes para atrair a fauna, como os insetos polinizadores (que aumentam a capacidade das plantas de se reproduzir com mais eficiência)”, diz, lembrando que o substrato (composição da terra), o nível de retenção da água da chuva e o peso que cada estrutura arquitetônica precisa suportar são outros itens a serem considerados.
Da telha para o telhado verde
Para mostrar quais os benefícios de substituir a telha comum pelo telhado verde, a Prefeitura Universitária, a Divisão de Obras, a FAU e o Museu de Ciências e Tecnologia (MCT) da PUCRS desenvolveram três protótipos, cada um deles com diferentes tipos de telhado: o verde, o de fibrocimento e o de zinco.
Segundo D’Avila, com o telhado verde, a temperatura interna da casa permaneceu mais constante. “A cobertura vegetal evita, por exemplo, o surgimento de ilhas de calor nos centros urbanos. Em dias quentes, geralmente evitamos permanecer em locais onde a superfície é composta por materiais que retêm o calor gerado pelos raios solares, como o asfalto, o concreto, entre outros. Já o telhado verde diminui essa retenção de calor”, compara.
Redução dos gastos de energia
Um dos objetivos do USE é reduzir os gastos com a energia elétrica no campus central da universidade. Para isso, o comitê responsável pelo projeto – formado pelas faculdades de Arquitetura e Urbanismo e de Engenharia, além da Prefeitura Universitária e da Divisão de Obras – verifica o consumo em todos os prédios. O diretor do MCT, professor Emilio Jeckel Neto, lembra que o telhado verde reduziu os gastos com o ar-condicionado, pela maior eficiência do equipamento em um ambiente com temperatura estável.
A pesquisa, iniciada em novembro do ano passado, envolve hoje um grande número de unidades acadêmicas. A previsão do comitê é que, nos próximos seis meses, as primeiras experiências com o telhado verde sejam estendidas a todos os prédios do campus.
Fonte: Ciência Hoje- Outubro

Carregador universal se aprovado, poderá economizar a emissão de 13,6 milhões de toneladas de CO2

A União Europeia anunciou neste ano que pretende implantar entre os produtores de celulares, carregadores universais de bateria. Na última semana, um modelo de carregador universal foi aprovado pela União Internacional de Telecomunicação, e já está disponível para as companhias adotarem voluntariamente para os seus aparelhos.
O novo carregadore tem um pequeno USB e é mais eficiente em energia. De acordo com Aldo Liguori, porta voz da Sony Ericsson, os planos são de lançar no mundo todo o carregador universal no primeiro semestre de 2010.

Cada usuário de telefones móveis irá se beneficiar deste recurso, que permite que o mesmo carregador seja utilizado por qualquer celular, independente da do modelo. Qualquer um estará apto a carregar seu celular em qualquer lugar do mundo, com qualquer carregador disponível, além disso o consumo de energia utilizado pelo novo carregador também será menor.

Estima-se que cerca de 51000 toneladas de carregadores são produzidos de maneira redundante a cada ano, e o carregador universal, poderá diminuir bruscamente este número, se ele for adotado pelas fabricantes de celulares. Se companhias como LG, AT&T, DoCoMo, Samsung, Nokia e muitas outras fizerem implantarem a ideia de carregador universal da GSMA. Nos próximos anos, não só haverá uma grande redução do volume de lixo eletrônico e nas emissões de gases do efeito estufa, mas também estima-se uma grande redução da energia celulares.

Fonte: Ambiente Brasil

Ecologia: Sustentabilidade: Como Aplicá-la em Casa?

O conceito de sustentabilidade está muito mais presente entre nós nos últimos anos do que desde a sua criação. As mudanças em nosso clima e a aceleração da degradação das fontes de recursos naturais cada vez mais aceleradas; trouxeram as portas de nossas casas o chamamento individual de cada ser humano para a sua responsabilidade com a salvação de nosso planeta e com a conservação da vida, como a conhecemos, na face de nossa linda bola azul.

Isso se torna mais e mais evidente conforme as notícias de problemas provocados pelas alterações climáticas e pelo efeito estufa se multiplicam nos noticiários e, muitas vezes, quando os sentimos em nossa própria carne. Os milhares (ou milhões) de vítimas de furacões, tornados, maremotos, secas, enchentes e outros desastres de magnitude nunca vista; clamam por nossa ajuda e por socorro para aplacar sua dor e sofrimento.

Mas como aplicar a sustentabilidade em casa? Como tornar algo trivial e corriqueiro um conceito tão “etéreo” para muitos seres humanos que têm pouca (ou nenhuma) instrução e são absolutamente dotados dos mais variados problemas e carências que se pode imaginar. Como levar a quem nada tem a importância de se conservar algo para as gerações futuras?

Talvez; aplicar a sustentabilidade em casa seja algo intangível demais para essas pessoas. Mas, com paciência e explicando pelo lado mais interessante para elas: o econômico; seremos capaz de fomentar o seu desejo, a sua colaboração e seu total empenho na formação de uma cultura de sustentabilidade doméstica muito mais rapidamente.

Basta que essas pessoas entendam que podem retirar do que normalmente abandonavam na natureza para se degradar por dezenas ou milhares de anos; algum tipo de lucro e de potencial econômico que possa melhorar suas vidas agora. Entender as sutilezas de garantir a sobrevida das futuras gerações pode ser extremamente difícil para alguém que acorda faminto e vai dormir desesperançado e com mais fome ainda. Portanto, aplicar a sustentabilidade em casa pode ser também uma nova forma de lucrar. Aqui e agora.

Sem dúvida, conseguir esse entendimento será vencer o desafio da aplicação da sustentabilidade em casa e da criação de uma cultura doméstica sustentável. Construir e instalar coletores de água de chuva e armazená-la para aproveitamento em limpeza e descargas sanitárias; aplicar a reciclagem aos resíduos orgânicos que normalmente iriam para o lixo e o oferecimento do produto final como adubo em residências ou casa de material para jardinagem. Reciclar os plásticos, latas e outros resíduos sólidos que iriam para o lixão ou parar nos rios e cursos d’água. Economizar nos gastos com energia elétrica e outros combustíveis.

Tudo isso poderá, em curtíssimo prazo, representar um ganho extra de dinheiro e elevar o padrão de vida dessas famílias pelo menos um pouquinho. Com isso, o dilema de como aplicar a sustentabilidade em casa será vencido e mais e mais lares se apresentarão para adotar as “boas práticas” e ganhar um lucro no processo.

O que é Sustentabilidade?

Segundo a Wikipédia, sustentabilidade é é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade. Mas afinal de contas; O que é sustentabilidade? e o que isso quer dizer?
Sustentabilidade nos dicionários estará definida como a capacidade de ser sustentável Mesmo parecendo uma redundância; esse conceito quando aplicado em relação à atuação humana frente ao meio ambiente em que vive é plenamente compreendido e se assenta como uma luva. Nesse contexto, entendemos que sustentabilidade é a capacidade de um indivíduo, grupo de indivíduos ou empresas e aglomerados produtivos em geral; têm de manterem-se inseridos num determinado ambiente sem, contudo, impactar violentamente esse maio. Assim, pode-se entender como a capacidade de usar os recursos naturais e, de alguma forma, devolvê-los ao planeta através de práticas ou técnicas desenvolvidas para esse fim.
Desta forma, pode-se dizer que um empreendimento sustentável devolve ao meio ambiente todo ou parte dos recursos que processou e garante uma boa qualidade de vida as populações que nele atuam ou que vivam nas imediações ou na área afetada pelo projeto. Garantindo assim, uma longa vitalidade e um baixo impacto naquela região durante gerações. Muito além das definições, o ideal de sustentabilidade total onde toda a influência provocada, por um agrupamento humano ou em empreendimentos; é anulado através dos procedimentos adotados ainda é muito difícil. Mesmo assim, é importante ter em mente que adotar as práticas que transformem nossa presença em determinado lugar o mais sustentável possível é a única saída para determos a degradação ambiental que estamos experimentando nos últimos anos e as graves alterações climáticas que vemos causar grandes desastres em diversas partes do planeta.
É necessário entender o que é sustentabilidade é muito mais conhecer seu significado bonito e orientado para empresas e organizações ligadas ao meio ambiente. É muito importante entender e saber que a adoção de práticas sustentáveis na vida de cada indivíduo é um fator decisivo para possibilitar a sobrevivência da raça humana e a continuidade da disponibilidade dos recursos naturais. Ao atuarmos de forma irresponsável e queimarmos indiscriminadamente nossos recursos naturais, sem dar tempo ao planeta para se recuperar, estamos provocando a escassez de recursos necessários a nossa sobrevivência e dificultando a vida de milhões de pessoas. Um exemplo clássico disso é a falta de água potável que muitas comunidades vem enfrentando em alguns países e que, se uma forma mais grave de escassez se manifestar, acabará causando guerras pela posse e conquista das fontes de água potável remanescente.
Se todos entendessem a importância da adoção de práticas de sustentabilidade desde muito cedo; todas essas alterações climáticas poderiam ser evitadas ou retardadas ao máximo e os recursos naturais estariam disponíveis e fartos por muito mais tempo. O que daria tempo para a humanidade buscar formas mais eficientes para resolver esses problemas em longo prazo.
Ações aparentemente simples e de pouco impacto, quando tomadas por um grande número de pessoas, tornará a sustentabilidade uma realidade palpável e real em qualquer parte onde haja a presença humana e garantirá a sobrevivência de nossa espécie por muito mais tempo.

Os Caminhos da Sustentabilidade

Hoje vivemos uma sucessão de catástrofes naturais estranhas e inusitadas como nunca antes foram vistas em nosso planeta. Montanhas enterradas por séculos na neve e no gelo, começam a mostrar suas encostas nuas. Geleiras milenares desaparecem aceleradamente sem que se possa fazer nada e nem se medir as conseqüências. Furações no Atlântico Sul, tornados cada vez mais freqüentes e violentos; secas e enchentes em áreas que antes não sofriam com esses males, pragas de insetos; de roedores e de organismos microscópicos que se reproduzem fora de controle.

Todos esses acontecimentos refletem uma única coisa: Desequilíbrio.
O homem moderno destrói e influencia o o meio ambiente que o cerca como nunca. E as conseqüências desses atos podem levar até mesmo a inviabilização da vida, como a conhecemos, em nosso planeta. Felizmente, a aparente aniquilação iminente fez com que os seres humanos acordassem e descobrissem que somente a convivência sustentável com o ambiente que os cerca é a chave para a sobrevivência de nossa espécie. Nunca antes se falou tanto em sustentabilidade quanto antes. Da mesma forma que nunca se tentou seguir e estudar formas de encontrar os caminhos da sustentabilidade e harmonizar nossa existência com as necessidades de preservação do meio ambiente.
É crescente o número de pessoas, em todo mundo, que passaram a exigir uma postura mais ativa por parte das autoridades de seus países em relação às políticas relativas ao meio ambiente e a exploração de seus recursos naturais e a ocupação mais racional das áreas urbanas. Da mesma forma, cientistas, estudiosos e pessoas ligadas ao meio ambiente reúnem-se em fóruns, debates e conferências onde se procura demarcar claramente técnicas, formas e diretrizes para que se assegure a descoberta para implementação de políticas que definam claramente quais os caminhos da ecologia e sustentabilidade cada nação deve tomar de acordo com o seu grau de desenvolvimento tecnológico, características populacionais e a forma como exploram seus recursos naturais. Avaliando e estabelecendo, caminhos para um futuro sustentável e pleno para todos os habitantes de nosso planeta.
É importante entender que a busca por caminhos da sustentabilidade global, passam antes de qualquer coisa, pela busca da sustentabilidade individual. Pois, cada um como indivíduo pode combater ao lado das forças que desejam proporcionar uma melhor qualidade de vida para o futuro da humanidade. Cidades que tratam seus efluentes e resíduos, empresas que evitam o desperdício de energia e recursos e pessoas que vivem atentas para o modo como interferem na natureza e no meio ambiente que as cercam. Essas são as formas para encontrar os caminhos da sustentabilidade e para manter nosso planeta com capacidade de sustentar a vida por muitas e muitas gerações ainda.
Fonte: Site Ecologia Urbana